Marca de rosé é 100% baseada em cocriação e é a pedida para aqueles que não querem perder tempo procurando um bom rótulo

Encontro com os amigos, um dia na praia, na piscina ou simplesmente uma noite para maratonar séries. Para tornar essas ocasiões ainda mais especiais, a dúvida que surge é: “qual vinho tomar?”. A escolha da bebida promete ficar mais simples com Cliché, criada para aqueles que não são experts no assunto, não querem escolher entre centenas de rótulos e especificações complexas, mas gostam de beber um bom rosé. A conexão dos produtos ao consumidor é feita por meio dos diferentes momentos de consumo e não por suas características de produção, organolépticas ou do seu terroir.

“Entendemos a bebida como um potencializador dos bons momentos pois, com ela, sorrimos mais, nos abraçamos mais, conversamos mais, ficamos mais leves. Mas o que importa não é a harmonização com frutos do mar ao carne vermelha, por exemplo, mas sim os encontros com nossos amigos, familiares ou com a gente mesmo” conta Bruno Maletta, CEO e cofundador da Cliché.

Além de descomplicar o conceito do consumo, a marca trabalha em colaboração com os consumidores, entendendo quais são seus gostos e expectativas sobre o rosé e, com essas percepções, desenvolve rótulos em parceria com vinícolas do mundo todo, que são lançados em coleções, assim como na moda. “É isso que nos faz estar sempre inovando, mas sem perder a nossa identidade e, claro, por um bom custo-benefício”, revela Maletta.

O primeiro ciclo da marca conta com três rosés: o Cliché Uruguaio (R$ 45), indicado para curtir durante o dia, por ser leve e refrescante; o Cliché Italiano (R$ 65), que possui personalidade forte, ideal para jantares ou para presentear; e o espumante Espumante Rosé Brut (R$ 55), que é a pedida ideal para uma comemoração inesquecível.

A escolha da marca pelo rosé vem de encontro ao momento em que o consumo da bebida no Brasil aumentou cerca de 40 vezes em comparação a 10 anos atrás, segundo o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). Isso aconteceu principalmente entre público de 26 a 40 anos, os millenials, que percebem a bebida uma boa opção para beber com os amigos, além de versátil e descontraída – já que alguns usam como base para drinks ou adicionam gelo.

A colaboração como mais um diferencial

Assim como a marca prioriza por colaborações na criação dos vinhos, o mesmo é feito na comunicação. Cliché é uma marca baseada no digital e tem as redes sociais como principal ferramenta para comunicar-se com seu público: conta com a participação de consumidoras reais e influenciadores, que contam sobre seu estilo de vida e compartilham ideias que têm sinergia com o conceito do produto, como criatividade, diversão, liberdade, encontros e boas energias.

“Cliché é a ostentação da diversão. É repetir inúmeras vezes as coisas boas da vida. Queremos valorizar a experiência, que é maior do que o momento de beber nosso vinho. Somos um hub de conteúdo sobre moda, beleza, relacionamento, entretenimento e estilo de vida que atrai bebedores e não bebedores de vinho”, finaliza o criador da marca.

Lisiele Dieterich Horn

Sou uma aventureira das artes, curiosa por história e lugares. Já morei na Alemanha, onde pude explorar o gosto por viagens e tudo que a envolve: boa comida, bons vinhos e lugares que instigam a nossa imaginação. Sempre explorando o universo gluten-free, e adaptando minha jornada a este novo ingrediente da vida.

Este post tem um comentário

  1. Luis Concierge

    Essa linha atende tanto as pessoas que não são experts em vinhos e aqueles que querem agilizar na escolha e é exatamente como estamos nos dias atuais, todo tempo é precioso.
    Eu trabalho como Concierge e acabo ajudando alguns clientes na escolha dos vinhos, ofertas, empresas com benefícios, guias de harmonização e muito mais.

    @LuisConcierge

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